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	<title>Arquivos comportamento - GoBuddies</title>
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	<title>Arquivos comportamento - GoBuddies</title>
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		<title>Como ajudar os filhos a fazerem amigos: 3 dicas práticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Conteudo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Sep 2021 13:45:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Como podemos ajudar os filhos a fazer amigos? Fazer amigos não é um truque de mágica. Afinal, fazer amigos é um assunto muito pessoal. Mas construir uma amizade depende das habilidades emocionais e competência social da criança. E os pais podem desempenhar um papel importante no desenvolvimento dessas habilidades. Fazer amigos é algo que aprendemos. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Como podemos ajudar os filhos a fazer amigos? Fazer amigos não é um truque de mágica. Afinal, fazer amigos é um assunto muito pessoal.</p>



<p>Mas <a href="https://gobuddies.com/filhos-e-os-beneficios-da-amizade/" target="_blank" rel="noopener">construir uma amizade</a> depende das habilidades emocionais e competência social da criança. E os pais podem desempenhar um papel importante no desenvolvimento dessas habilidades.</p>



<p>Fazer amigos é algo que aprendemos. Algo que podemos ajudar nossos filhos a aprender. Portanto, aqui estão 3 maneiras concretas de ajudar as crianças a fazer amigos.</p>



<p><strong>Mostre respeito por seu filho:</strong></p>



<p>Pode não parecer relevante para a capacidade de seu filho de fazer amigos. Mas a maneira como os pais tratam os filhos tem impacto sobre seu desenvolvimento emocional e comportamento social. E isso, por sua vez, pode afetar seus relacionamentos com colegas.</p>



<p>Em pesquisas realizadas em todo o mundo, a paternidade autoritária foi associada ao desenvolvimento de problemas de comportamento. E crianças com problemas de comportamento têm mais dificuldade para fazer amigos.</p>



<p>Por outro lado, quando os pais mostram ternura e usam estratégias de disciplina positivas &#8211; raciocinando com os filhos e discutindo os motivos das regras &#8211; as crianças tendem a se tornar mais pró-sociais com o tempo.</p>



<p><strong>Ensine a seu filho essas habilidades de conversação cruciais:</strong></p>



<p>Para fazer novos amigos, as crianças precisam aprender a se apresentar aos outros e pensar em coisas apropriadas para dizer.</p>



<p><strong>Como podemos promover essas habilidades?</strong></p>



<p>Podemos ajudar modelando boas habilidades de comunicação em casa e envolvendo nossos filhos em conversas agradáveis e recíprocas. Além disso, podemos ajudar ensinando ativamente às crianças o que fazer e dizer.</p>



<p>Podemos treinar crianças para se tornarem conversadores melhores, oferecendo-lhes estas dicas concretas:</p>



<p>Ao iniciar uma conversa com alguém novo, troque informações sobre seus gostos e habilidades;<br />Não seja um entrevistador. Não se limite a fazer perguntas. Ofereça informações sobre você;<br />Não seja um viciado em conversas. Quando estiver conversando, responda apenas à pergunta em questão. Quando terminar, dê ao seu parceiro a chance de falar;</p>



<p>Seu filho precisa de mais oportunidades para praticar? Experimente uma chamada telefônica ou um chat de vídeo online. O app GoBuddies você pode encontrar amiguinhos com os mesmos interesses do seu filho(a) por meio de geolocalização com toda a segurança para os pequenos e proporcionar divertidos momentos para ele(a)!</p>



<p>Inclusive, falamos neste post sobre tecnologia na socialização e as brincadeiras virtuais.</p>



<p>Promova atividades sociais que incentivem a cooperação &#8211; não a competição:</p>



<p>Estudos sugerem que as crianças se dão melhor quando estão envolvidas em atividades cooperativas, atividades nas quais as crianças trabalham em prol de um objetivo comum. Neste post, falamos sobre a importância das brincadeiras coletivas para a saúde infantil.</p>



<p>Portanto, se as crianças estão com dificuldades socialmente, é provavelmente uma boa ideia afastá-las dos jogos competitivos, pelo menos até que desenvolvam melhores habilidades sociais.</p>



<p>Se o seu filho(a) tem um encontro para brincar, remova os brinquedos e jogos que possam gerar conflitos. Por exemplo, é recomendado que os pais guardem brinquedos e quaisquer itens que possam provocar competição ou inveja. É sempre importante incentivar a partilha e o desapego a bens materiais, mas enquanto a criança ainda está desenvolvendo essas habilidades, pode-se fazer esse tipo de pratica em situações específicas.</p>
<p>Baixe o app da GoBuddies e agende uma brincadeira!</p>
<p>Disponível no <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=gobuddies.app&amp;hl=pt_BR&amp;gl=US" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Google Play</a><br />Disponível na <a href="https://apps.apple.com/br/app/gobuddies/id1536823990" target="_blank" rel="noreferrer noopener">App Store</a></p>



<p>Fonte: Parenting Science</p>
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		<title>TDAH : o que é?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Conteudo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2020 17:47:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[compreensão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O TDAH (Transtorno por déficit de atenção com hiperatividade) é uma síndrome de conduta que apresenta três sintomas: hiperatividade, falta de atenção e impulsividade. É desenvolvido por conta de uma alteração no sistema nervoso central, resultando em uma pessoa com dificuldade para se concentrar e extremamente “elétrica”.Estima-se que os primeiros sinais de TDAH apareçam em [&#8230;]</p>
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<p>O TDAH (Transtorno por déficit de atenção com hiperatividade) é uma síndrome de conduta que apresenta três sintomas: <a href="https://gobuddies.com/e-so-organizar-crianca-que-dorme-no-tempo-certo-acorda-mais-animada/">hiperatividade</a>, falta de atenção e impulsividade. É desenvolvido por conta de uma alteração no sistema nervoso central, resultando em uma pessoa com dificuldade para se concentrar e extremamente “elétrica”.<br />Estima-se que os primeiros sinais de TDAH apareçam em idades entre 3 a 16 anos. Seus primeiros sinais podem ser percebidos em frequentes fracassos escolar e problemas na sociabilidade da criança. Inclusive trata-se de uma patologia crônica e altamente genética, aproximadamente ¾ de chances de passar adiante nos genes, mas que hoje em dia já é possível diagnósticos precisos e tratamento contínuo.</p>



<p><strong>Quais são os sintomas do TDAH?</strong><br />A criança diagnosticada com TDAH costuma ter dificuldades em controlar seu comportamento, emoções e pensamentos. Começa a desenvolver uma dificuldade intensa de prestar atenção e ter foco. Os sintomas podem ser os seguintes, lembrando que não necessariamente todos serão perceptíveis, podendo variar de criança para criança:<br />• Inquietude. Move os pés e mãos e às vezes começa a levantar e correr sem motivo algum;<br />• Não consegue brincar de forma tranquila. Se aborrece quando é a vez dos outros;<br />• Impulsividade elevada. Fica no modo de agir antes de pensar;<br />• Problema na concentração. Não consegue seguir instruções e não cumpre organizações estipuladas;<br />• Distrações recorrentes e esquece do que lhe foi atribuído a fazer.</p>



<p><strong>Existe tratamento para TDAH?</strong><br />Por se tratar de uma patologia mental, é muito complicado de distinguir estes sinais com simplesmente mau comportamento. Especialistas ainda alertam que crianças com TDAH podem desenvolver problemas sérios se não tratadas a tempo, especialmente em fases como adolescência onde a ação hormonal causará ainda mais problemas no comportamento. O tratamento com profissionais da área visa melhorar ou anular os sintomas através de tratamentos psicopedagógico, e em alguns casos mais graves com tratamentos farmacológico.<br />Pais lembrem-se: não auto-diagnostique seu filho! Se você perceber que seu filho tem sintomas como apresentamos e está tendo os problemas citados, recomenda-se o acompanhamento de um especialista como por exemplo um psicólogo com especialização em psicologia infantil. Assim, ele irá atuar com a criança e com você em como desenvolver a situação com muito cuidado, carinho e acima de tudo: compreensão.</p>
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		<title>O uso abusivo de celular está deixando as crianças infelizes?</title>
		<link>https://gobuddies.com/o-uso-abusivo-de-celular-esta-deixando-as-criancas-infelizes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Conteudo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2020 21:10:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A psicóloga britânica Maria Guerrero vem analisando os impactos mentais que a crise de Covid-19 e o uso abusivo do celular pode causar em pessoas de todas as idades. A especialista alerta o seguinte: &#8220;Doenças psicológicas são tão reais quanto as físicas, e elas estão afetando especialmente as crianças de forma que seus impactos serão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A psicóloga britânica Maria Guerrero vem analisando os impactos mentais que a crise de Covid-19 e o uso abusivo do celular pode causar em pessoas de todas as idades. A especialista alerta o seguinte: &#8220;Doenças psicológicas são tão reais quanto as físicas, e elas estão afetando especialmente as crianças de forma que seus impactos serão vistos no decorrer de vários anos, como na adolescência e começo da vida adulta&#8221;.<br />Diversos estudos mostram que o <a href="https://gobuddies.com/as-desvantagens-do-meio-digital-para-as-crianc%cc%a7as/">uso excessivo de celulares</a> reflete em doenças mentais como depressão, ansiedade, estresse, má qualidade de sono e queda no desempenho escolar.<br />Um estudo com 42 mil crianças e adolescentes britânicas ao longo de 7 anos revelou que o Uso Problemático de Celulares (tradução livre de Problematic Smartphone Use) está agravando a dificuldade dessa geração de crianças e adolescentes em se relacionar, causando problemas de solidão e baixa autoestima. Inclusive alertam que há indícios que tal comportamento também induz problemas com álcool e cigarros!<br />E graças a esse e vários outros estudos do ramo, já é possível ter uma visualização de como os pais podem ajudar seus filhos em períodos tão difíceis como este que estamos vivendo, evitando assim o avanço dessa doença mental tão grave de uma geração inteira. A psicóloga britânica Maria Guerrero recomenda 5 dicas para vocês, pais, auxiliarem seus filhos a utilizarem menos seus celulares, tablets e computadores, afim de melhorar a qualidade de vida do seu filho:<br /><strong>1) Defina limites de tempo de uso: </strong>Uma das melhores soluções pra evitar que seu filho permaneça nesse uso constante é limitar o tempo permitido pra usar seu celular ou aparelhos eletrônicos;<br /><strong>2) Defina tempos de inatividade: </strong>Bloqueie momentos do dia e noite quando aparelhos eletrônicos não são permitidos, como por exemplo: uma hora antes de dormir, ou durante as refeições;<br /><strong>3) Dê celulares que funcionem apenas para ligação:</strong> Para transformar o uso de smartphones menos atrativo, tente dar para seu filho um celular que funcione apenas para fazer e receber chamadas, ou até mesmo acione funções próximas a isso, especialmente enquanto ele estiver na escola para evitar o uso durante em aula;<br /><strong>4) Delete ou bloqueie certos aplicativos:</strong> Aplicativos de redes sociais e jogos são os mais viciantes para crianças e adolescentes, bloqueie ou então delete alguns que você considerar que estão sendo utilizados de forma abusiva;<br /><strong>5) Confisque o celular:</strong> Este é o seu último recurso, mas antes pergunte a si mesmo &#8220;Meu filho realmente precisa de um smartphone?&#8221;. Existem diversas discussões a respeito de quando e se uma criança irá ter acesso ao seu primeiro celular. E o maior consenso é que varia de criança para criança, especialmente avaliando maturidade emocional para lidar com algo tão viciante como um celular. Mas de regra geral, quanto mais tarde, melhor. E definitivamente não antes dos 12 anos!<br />Se você perceber que seu filho continua demonstrando um comportamento de uso abusivo do celular, ou até mesmo sinais de depressão mesmo depois de seguir essas dicas, é hora de procurar ajuda profissional. Porque além dos efeitos negativos desse Uso Problemático de Celulares, pode ser que haja mais indícios a serem analisados por trás desse tipo de comportamento, como por exemplo se ele está sofrendo bullying virtual, ou até mesmo problemas na escola e em casa sendo tampados por um uso constante de aparelhos eletrônicos. Um psicólogo pode te ajudar a entender todas essas camadas e fornecer ao seu filho a ajuda que ele precisa. Não deixe de ficar atento!</p>
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		<title>Entrevista: psicólogas, Jaqueline Sousa e Marianne Martins Lima falam sobre a rotina de estudos</title>
		<link>https://gobuddies.com/entrevista-psicologas-jaqueline-sousa-e-marianne-martins-lima-falam-sobre-a-rotina-de-estudos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Conteudo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Mar 2020 00:19:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As psicólogas Jaqueline da Silva Sousa e Marianne Aparecida Martins Lima de São Paulo/SP se conheceram pela Internet há dois anos e criaram o projeto Terapia da Infância. Ele tem por objetivo a partir da prática clínica aproximar pais, figuras de cuidado, profissionais da saúde e da educação do universo infantojuvenil. “Buscamos compartilhar informações e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>As psicólogas Jaqueline da Silva Sousa e Marianne Aparecida Martins Lima de São Paulo/SP se conheceram pela Internet há dois anos e criaram o projeto Terapia da Infância. Ele tem por objetivo a partir da prática clínica aproximar pais, figuras de cuidado, profissionais da saúde e da educação do universo infantojuvenil. “Buscamos compartilhar informações e oferecer serviços para a promoção de saúde psíquica da família, como por exemplo, psicoterapia, psicodiagnóstico, orientação vocacional e profissional e orientação aos pais”, conta Jaqueline.<br />Além dos atendimentos presenciais e online, elas promovem também oficinas temáticas, palestras, elaboração e venda de recursos terapêuticos visando o desenvolvimento infantil. E ainda escreveram um livro em formato e-book (Caderno de Atividades para Crianças e Adolescentes). Nós conversamos com elas sobre a rotina de estudos e administração pelos pais, vem ler esse bate-papo super bacana.</p>



<p><strong>GB &#8211; Como os pais podem contribuir para que os filhos se deem bem nos estudos?</strong></p>



<p>Jaqueline e Marianne &#8211; Esta é sem dúvida uma pergunta muito importante para o desenvolvimento saudável da criança. Cada criança está inserida em uma rotina e um grupo cultural totalmente diferente uns dos outros, sendo assim, cada uma reagirá a um estímulo diferente às orientações dos pais. De forma geral há três orientações que consideramos indispensáveis para que as crianças possam <a href="https://gobuddies.com/quer-dicas-para-apoiar-seu-filho-nos-estudos/">ir bem na escola</a>. A criança necessita sentir-se vista pelos cuidadores e cuidadas. Quando os adultos oferecem esta segurança aos filhos, eles tendem a poder compartilhar seus medos, suas dúvidas e sabem que no final da aula encontrarão seus responsáveis. A depender da idade em que a criança se encontra, o medo do abandono não permite que a criança se concentre. Um segundo ponto é adotar uma rotina. Muitas pessoas acreditam que rotina está relacionada a fazer sempre a mesma coisa e que bom que temos a oportunidade de desmistificar isto. Segundo Madalena Freire, a rotina constitui em disciplina, compromisso, organização quanto a tempo e espaço de forma particular e possibilidade de desenvolvimento e aprendizagem. Nesta rotina pode-se incluir uma leitura adequada para faixa etária da criança e atividades que promovam a autonomia que é a criança ter condição de cuidar de si. Terceiro ponto que consideramos importante é a presença.  Evidentemente outras questões virão, no entanto quando estas três dicas estiverem alinhadas, pais e filhos irão encontrar uma forma de sanar qualquer problema.</p>



<p><strong>GB &#8211; É possível manter uma rotina de estudo mais divertida, além do tradicional?</strong></p>



<p><strong>J e M &#8211;</strong> Sem dúvida alguma. Nós sempre pensamos na individualidade. Costumamos dizer: &#8220;cada caso é um caso&#8221;, ou seja, cada pessoa é única. E é a partir da conexão dos pais com os filhos que eles descobrirão qual que é o perfil dos seus filhos e então ficará mais fácil definir uma rotina de estudo (seja ela mais tradicional ou não). Exemplo: Imaginamos que os pais nos digam que o filho adora futebol, mas na hora que tem de estudar matemática não tem interesse. Sendo assim, nós sugerimos: </p>



<p>&#8211; Vocês já pensaram na ideia de aproximar a matemática por meio do futebol? </p>



<p>Então, eles questionam: Como assim?!  E nós trazemos algumas reflexões sobre, como: &#8211; Já pensaram &#8211; por exemplo &#8211; que cada jogador tem um número na camiseta e se &#8211; de repente &#8211; vocês fizerem uma brincadeira de futebol de botão e na medida em que os jogadores forem passando a bola de um para o outro, vocês forem realizando a adição dos números das camisetas. O número 12 passou para o 10, então agora já temos 22 (risos).  Vejam, aqui cabe o que falamos lá em cima, cada caso é um caso, dessa forma é preciso conexão para reconhecer qual é o perfil de cada criança ou adolescente.</p>



<p><strong>GB &#8211; Estudar em grupo é bom ou ruim?</strong></p>



<p><strong>J e M &#8211;</strong> Depende. E o porquê depende? Depende por inúmeras variáveis. De repente, a criança até gosta de estudar em grupo e se for pensar no grupo é bacana pela questão do desenvolvimento em conjunto, interação, vínculos sociais, entre outras questões. Entretanto, as vezes pode ser que essa mesma criança em um determinado dia não queira realizar um estudo em grupo, mas prefira pelo estudo individual. Sendo assim, deixa de ser positivo a ideia do grupo e passa a ser negativo. Tudo depende de situação por situação. Na escola &#8211; por exemplo &#8211; às vezes os professores necessitam colocar os alunos em grupo para realizar uma determinada avaliação dentro desse formato, então às vezes não é possível naquele momento o aluno realizar individualmente.</p>



<p><strong>GB &#8211; O que vocês acham das recompensas para estudar? Os pais devem fazer isso?</strong></p>



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<p><strong>GB &#8211; Qual é o checklist perfeito para que elas arrasem nos estudos? Quais suas dicas para os pais?</strong></p>



<p><strong>J e M &#8211;</strong> Quando pensamos nas relações pais e filhos pensamos em singularidade. Cada família estabelece uma relação que é só dela e o que dá certo para uma família não necessariamente dá certo para outra. Neste sentido não há um jeito único que seja perfeito, há uma relação que pode dar certo.</p>



<p>Para um melhor desempenho, se faz necessário avaliar o local do estudo desse modo, opte por um local iluminado, agradável — mas silencioso — para que o filho possa fazer os exercícios sem distrações. Aqui também entra a importância da organização de um horário para o estudo, dessa forma, os pais que são os adultos estabelecem, entretanto, é fundamental conversar com as crianças. E, veja bem, estamos falando de um horário para o estudo, o que é diferente de um excesso de cobrança, por esse motivo inclua também na agenda hora para realizar atividades esportivas e descanso ou lazer.</p>



<p> “Mas se eu já organizei um horário e estou junto com ele, como posso ajudá-lo?” Demonstre interesse! Como por exemplo, faça perguntas sobre como foi o dia dele, o que de novo ele aprendeu e o que mais gostou. Esse movimento é motivador para as crianças, além disso, você pode apoiar nas lições de casa que são excelentes para fixar os conteúdos aprendidos, desse modo, não é para fazer a lição para ele e sim, estar atento a como ele está executando a tarefa, pois, você poderá perceber o que o seu filho está tendo mais facilidade ou não.</p>



<p>Se a criança vem apresentando dificuldade, a parceria com a escola é fundamental, vale investigar o que possivelmente possa estar acontecendo.</p>
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<p>O post <a rel="nofollow" href="https://gobuddies.com/entrevista-psicologas-jaqueline-sousa-e-marianne-martins-lima-falam-sobre-a-rotina-de-estudos/">Entrevista: psicólogas, Jaqueline Sousa e Marianne Martins Lima falam sobre a rotina de estudos</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://gobuddies.com">GoBuddies</a>.</p>
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